Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Internacionalização (parte 3)...

por Tomates e Grelos, em 17.12.12

Precisava de encontrar uma arma secreta, algo que me permitisse ter vantagem. A mesma vantagem que ela tinha ao olhar-me nos olhos enquanto demonstrava todo o seu conhecimento na arte de desarmar um homem.

- "Já sei!", pensei eu.

- "Vou privá-la de um dos seus sentidos.", decidi.

- "Isso dar-me-á vantagem.", antevi.

Procurei rapidamente algo que servisse o meu propósito. O cachecol que tinha deixado nas costas da cadeira era a arma perfeita. Avancei com o meu plano e coloquei-lhe a venda improvisada. Foi perceptível a surpresa dela. Estava no caminho certo para a vitória. Esta batalha seria minha.

 

 

Comecei por deitá-la. Colocá-la à minha mercê. Fazia questão de a torturar tanto ou mais do que ela tinha feito a mim. Afastei-lhe as pernas e elevei-as. Estava ao meu dispor.

 

 

O meu primeiro ataque foi deslizar os meus dedos pela seu sexo molhado e aberto. Estava deveras excitada. Senti-a estremecer ao aperceber-se do meu inesperado toque. Fiz o mesmo no seu peito. Fazia questão de me movimentar silenciosamente para que não pudesse antecipar o golpe seguinte. Senti o interior das suas coxas. Ferviam. Deslizei até sentir o seu suco nos meus dedos. Assim que estavam bem melosos, levei-os aos seus lábios. Ela recebeu-os com gulodice, abrindo os lábios e sugando o seu próprio néctar avidamente.

 

 

Era altura de trocar de arma. Na calha estava agora a boca.

Usei especificamente a língua, numa simples passagem pelos seus lábios, com gosto e perfume de sexo feminino. O próximo alvo a abater era um dos seios, começando por baixo, subindo depois até ao mamilo, onde me demorei mais um pouco, com movimentos verticais, sentido-o endurecer à medida que o estimulava.

 

 

Continuei a minha demanda para sul, determinado em tomar o monte de Vénus. Era depilado e macio, como eu gosto. Tinha primeiro de assegurar o perímetro, antes de entrar. Assim o fiz. Com leves movimentos linguais, segui para sudoeste do monte, mesmo junto à virilha. Os seus arrepios eram um incentivo. Continuei para sul, até chegar à fronteira entre o sexo e o botão de rosa. Demorei-me mais um pouco. Não porque fosse mais difícil de tomar, mas sim para tornar a vitória final mais fácil. Como estava a gostar daquela batalha. Era tempo de fechar o círculo. Faltava-me conquistar o lado direito, antes de atacar o centro com toda a artilharia disponível.

 

 

Assegurado o perímetro, era tempo de atacar o principal baluarte. Aquele sexo seria meu e sentiria-o a latejar na minha boca. Lambi-o de baixo para cima, num movimento único. Sento o seu saber na minha boca. Voltei a fazê-lo. Voltou a estremecer. Ah como é bom saber que aquela mulher, orgulhosa no prazer que infligia, estava agora a deliciar-se com o prazer que eu lhe infligia. Mas isso não era satisfação suficiente para mim. Tinha de a deixar nua, descontrolada, desprotegida.

Espalhei todo o seu suco pelo clitóris, descendo até ao ânus, lubrificando toda a área. Aquela mistura de sensações estava a produzir o efeito desejado. Ela contorcia-se de prazer e era tempo de ir até ao fim.

Com as pernas bem abertas e o sexo bem exposto, dei algumas estocadas com a língua, penetrando-a. Leves gemidos soltaram-se. A vitória estava perto.

 

 

Iniciei o assalto final, molhando um dedo na sua coninha e deslizando-o até chegar ao botão de rosa, que prontamente arrombei. Os leves gemidos deram lugar a leves gritos de prazer. Com toda a minha boca, abracei o seu sexo, a língua bem dentro dela, enquanto o meu dedo foi até onde pôde. Os seus quadris mexiam-se freneticamente. Era tempo do golpe fatal. Parei! Tirei o dedo e afastei-me. Continuava a movimentar a pélvis, como se ainda estivesse a ser estimulada. Tentou fazê-lo com a mão. Não permiti.

 

A vingança é um prato que se serve frio e, se a sua estratégia passava por provar a si mesma que eu não lhe resistia, a minha passava por obrigá-la a resistir. Alguns segundos após ter deixado o meu adversário agonizar, levei o dedo indicador e o médio à sua boca onde foram recebidos sem resistência, saindo de lá lubrificados. O indicador foi colocado à entrada do sexo do meu oponente, enquanto que o médio o foi à entrada do botão de rosa. Uma ligeira pressão e deslizaram bem fundo. As costas arquearam. Continuava pronta a explodir. Iria sofrer de novo. Puxei os dedos e votei-a ao abandono. A sua cabeça movia-se da esquerda para a direita, um inquietude que só terminaria num orgasmo. Repeti o ataque, desta vez acrescentei uma língua e um clitóris à equação. Lambi, chupei, penetrei, rodei os dedos dentro daquele corpo maravilhoso e ele retribuiu. Uma enorme contracção apertou as minhas armas, ornamentada por um grito, seguida de um distender alagado em suco orgástico. Retirei-me suavemente, notoriamente causando ainda prazer. Os últimos cartuchos da batalha eram queimados.

 

 

A vitória satisfez-me. Estávamos agora empatados. Esta tinha sido uma batalha ganha. O meu adversário, após retumbante vitória, sucumbia agora aos meus pés. É certo que usei tácticas pouco honrosas. Privei-o da sua visão e torturei-o. Mas esta guerra tinha apenas uma regra: prazer. E essa, eu tinha cumprido. Mas como terminaria a guerra? Quem seria mais forte na próxima batalha? Estaria algum dos oponentes capaz de vencer?

 

(to be continued...)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:04


Comentar:

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.



Mais sobre mim

foto do autor


Copyright

© Tomates e Grelos and tomatesegrelos.blogs.sapo.pt, 2012 to 2014. Unauthorized use and/or duplication of this material without express and written permission from this blog’s author and/or owner is strictly prohibited. Excerpts and links may be used, provided that full and clear credit is given to Tomates e Grelos and tomatesegrelos.blogs.sapo.pt with appropriate and specific direction to the original content.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Mais sobre mim



Homem que gosta da vida, de prazer, de sexo, de conversar, de partilhar.


Se deseja entrar em contacto com o autor, pode fazê-lo através do endereço: tomatesegrelos@sapo.pt.


ver perfil

seguir perfil


Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D

Tomates & Grelos Online



Links

xpto