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Give me sugar...

por Tomates e Grelos, em 21.11.13

 Vem, mata-me a sede. Preciso desse mel como de pão para a boca. Fode-me a língua...deixa que a minha língua te foda. Abafa-me de prazer e deixa-me respirar-te, saborear-te, lamber-te, sorver-te, sentir-te. Anda, dou-te um banho de língua. Vem, senta-te na minha cara, saceia-me a vontade que eu levo-te a o céu. Vem...vem-te na minha boca.

 

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publicado às 16:55

Look at me...

por Tomates e Grelos, em 20.11.13

Olha para mim. Olha-me nos olhos enquanto te penetro. Vê o prazer estampado no meu rosto enquanto me deleito no teu peito. Absorve a minha excitação, que te devolvo. Deixa-me levar-te ao orgasmo sem que tires os olhos de mim. Isso! É assim que eu gosto. Consigo ver-te. Consigo ler-te. Vou inundar-te...

 

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publicado às 09:52

Insónias...

por Tomates e Grelos, em 19.11.13

 

A o corpo pedia cama e descanso. Levantou-se, desligou a TV e foi-se deitar. Aconchegou-se, sentindo a suavidade dos lençóis. Relaxou. Virou-se, à procura de uma posição final, que lhe permitisse adormecer. Voltou a cerrar os olhos. O corpo imóvel mas a mente irrequieta. Sentia o toque da roupa de cama no corpo e a ausência de roupa interior aumentava a área de contacto, provocando sensações que aumentavam exponencialmente. Perguntou-se se valeria a pena combater o inevitável... Tentou! Resignado, virou-se para cima e sentiu de imediato o roçar nos mamilos. Permitiu-se sentir-se, passeando as mãos pelo corpo. Primeiro o peito, a barriga de seguida, até se deter nos mamilos. Era aí que lhe começava a excitação do corpo impaciente de prazer. Ficam sensíveis e, qualquer toque era potenciador de uma erecção. Acariciava-os levemente, sentido arrepios por todo o corpo. Com a outra mão, desceu ao sexo. Agarrou as bolas e o mastro, grosseiramente, não estava mole nem duro. Largou, apenas para brincar ora com uma coisa, ora com outra. Mais afoito, casualmente permitia-se a descida a lugares mais longínquos, nessa terra perdida e acessível apenas a algumas eleitas, o ânus, onde massajava, ao ponto de já sentir uma gota a brotar do mastro, ainda a meia haste. Espalhou-a pela glande e sentiu-se enrijecer. A meia haste rapidamente passou a completa e agarrou-a à mão cheia. Apertou e começou a massajar, para cima e para baixo. Com o polegar, espalhou cada gota que brotava, provocando pulsos eléctricos por todo o corpo. Afastou finalmente os lençóis, antecipando o que aí vinha. Masturbou-se freneticamente, sentindo o néctar a subir até à glande. Apertou no momento do orgasmo, sentindo cada jacto aterrar no peito e na barriga, quente, espesso. Voltou à punheta, nos instantes finais do orgasmo, forçando à saída de todo o leite acumulado nos testículos. Largou-o, já em fase descendente, e respirou fundo. Que bem que sabia aliviar toda aquela tensão.

 

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publicado às 19:59

Vozes...

por Tomates e Grelos, em 18.11.13

Calma pessoal que ainda não estou a ficar maluco, não ando a ouvir vozes. Quer dizer, felizmente ouço vozes (a não só), não estou a ficar surdo! Mas isso não interessa para anda agora, o que eu quero saber é se vocês já sentiram atracção por alguém através da voz. Não digo que se tenham excitado mas, um pensamento mais lascivo depois de falar com alguém ao telefone, que não se conhece de lado nenhum mas, cuja voz nos deixa a viajar. Eu já! Várias vezes. Não muitas mas, várias. Como sempre digo, a excitação está no nosso cérebro, é uma questão de saber ligá-la (e desligá-la, se possível). Ora, se colocamos a imaginação a funcionar, a voz de alguém pode tornar-se num poderoso afrodisíaco. Podereis argumentar que aí é a nossa imaginação e não a voz mas, eu argumento que a imaginação é o motor mas a voz o gatilho. O triste reverso da medalha é quando o que dá corpo à voz não corresponde ao imaginado. Não se deixem enganar, a culpa é nossa, não da voz. Por outro lado, o interessante é quando as atitudes reflectem o que a voz deixa escapar...é extremamente excitante saber que aquela voz que nos atiça a curiosidade, esconde alguém tão ou mais perverso que nós. É a beleza do desconhecido mas, até o desconhecido cansa a determinado ponto. Eu chego sempre a um ponto em que preciso de materializar quem está do outro lado, senão perco o interesse.

 

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publicado às 16:52

Hot Summer Nights...

por Tomates e Grelos, em 15.11.13

Tenho feito um esforço de memória para reunir em posts, algumas das minhas aventuras. Aquelas que eu acho que podem ter interesse para os leitores. Ao contrário do que possa parecer, nunca fui muito atrevido no toca a abordar o sexo feminino, do nada. Sou mais da troca de olhares, perceber se há interesse, subtilmente. Isso não é novidade para vocês, eu sei mas, quis realçá-lo porque me lembrei de uma dessas vezes.

 

O cenário era Algarvio, num parque de campismo bastante frequentado, ao pé da praia. Estava eu nos primeiros anos dos 20, com um grupo de amigos que, não tinha mais nada para fazer nas férias do que ir à praia durante o dia, beber uns copos à noite e tentar dar uma queca. Vocês sabem como é...dizem que os homens atingem o seu pico sexual aos 25 pelo que, andávamos a aproveitar antes que estes chegassem. Claro que acho que estou muito mais evoluido sexualmente hoje do que aos 25 mas, isso é outro post. Não vou ser presunçoso (e mentiroso) e dizer que dei uma queca todas as noites das férias mas, a meio, aconteceu.

 

 

A noite já ia a meio e as rodadas iam chegando até que, nos encontrámos com um grupo que era composto só por mulheres. Nós, só homens, claro que fizemos o nosso avanço. É interessante ver como nos comportamos como uma matilha, em busca de um objectivo comum, inclusivé no momento de atacar a presa, em que há rivalidades entre os elementos pelo melhor pedaço da presa. No momento do "cada um por si", engracei com uma miúda baixinha (eu sou alto), de cabelos castanho claro, bronzeada pelo sol. Sorte minha, ela também engraçou comigo. Apesar de não estarmos embriagados, o áclool ajudou, sem dúvida, a uma maior desinibição. O olhar fulminava e as mãos procuram o corpo um do outro. Daí a querermos mais, foi um pequeno passo. Convidei-a para ir para a tenda mas ele disse que tinha uma ideia melhor: "Vamos antes para a praia...".

 

 

Estava escuro, a lua estava em quarto-crescente mas ainda era ténue e não se via grande coisa. Este manto de negro, era óptimo para o que queríamos fazer e deixáva-nos mais à vontade. Confesso que hoje em dia, prefiro o luar em pleno mas, também sou mais desinibido. Acho que faz parte da minha evolução sexual e pessoal. Assim que se colocou no meu colo, de pernas abertas, beijámo-nos com vontade de mais. Eu já estava bastante excitado e tratei logo de lhe despir a camisola, expondo um peito deveras interessante para uma miúda baixinha. Mergulhei nele, ainda de soutien, e beijei, lambi, disfrutei. Devo ter feito alguma coisa bem, pois, ela tratou de despir o resto do tronco e eu pude sentir a pele dos seios na mão, enquanto sugava gentilmente os mamilos. Pequenina mas decidida, foi como a classifiquei já que, tratou de me despir a T-shirt e colar-se a mim. Mal ela sabia que adoro sentir a pele de uma mulher na minha.

 

 

Os amassos continuaram e rapidamente escalaram. É interessante ver como nos excitamos depressa e descontroladamente quando tudo corre como queremos. Levantou-se e despiu o que faltava despir. Acompanhei-a prontamente. Aproveitei para colocar o preservativo. Voltou para o meu colo e tomou conta das operações. Tomou-o na mão e masturbou-se com ele. Estava molhadinha e o calor daquela coninha contrastava sublimemente com o fresco da noite que, mesmo em pleno Verão, não são muito propícias a despir à beira-mar. Atingi o máximo de erecção em poucos minutos e...penetrou-se, devagar. Puxei-a para mim e fui até ao fim. Sentou-se, comigo totalmente dentro de si e esperámos uns segundos. Beijámo-nos e começou a cavalgar. Era um abraço de sexo, um abraço para melhor me sentir, um abraço de prazer. Embora a penetração tivesse demorado o seu tempo, estava agora imparável e o movimento nem fazia deslizar, apenas sentir lá dentro. Incapaz de me controlar, disse-lhe que me iria vir. Incapaz de se controlar, disse-me para me vir. Incapazes de nos controlar-mos, viemo-nos. Em absoluto silêncio, sem gemidos, sem gritos, apenas uns abafados "hmmms" e "hans", ficamos mais uns minutos, com a melodia marítima como pano de fundo.

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publicado às 13:48



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