Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



USA (parte 4)...

por Tomates e Grelos, em 20.05.13

O orgasmo tinha sido violento, como o é quase sempre em situações de excitação extrema. Normalmente, este é um orgasmo que me satisfaz quase na plenitude, ao contrário do orgasmo "normal" que apenas me satisfaz por minutos. Aparentemente, tinha sido satisfatório para ela também, pois ambos adormecemos, prostrados ao abandono, em cima da cama.

 

 

Despertei, nem sei bem passado quanto tempo e, apercebi-me do contexto. Levantei-me e fui refrescar-me ao WC. Quando voltei, percebi que ainda era de noite. Contemplei a mulher despida na minha cama e, a vontade começou a apossar-se de mim. Estava em posição fetal e não pude de deixar de apreciar as coxas e o rabo. Como um cão atiçado, senti-me acossado. Molhei os dedos com saliva e comecei a massajar-lhe o sexo, que espreitava por entre as pernas. Levei o seu gosto à boca. Sabia a orgasmo.

 

 

Acordou. Espreguiçou-se. Virou-se. Sorriu... Virou-se, abriu as portas e convidou-me a entrar. Aceitei.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:43


USA (parte 3)...

por Tomates e Grelos, em 08.04.13

Sentou-se ao meu colo e sorriu. Todo aquele ambiente estava a excitar-me. Estar fora do país...uma mulher bonita...uma estranha...um bom vinho...beijei-a. Longos e demorados, é como gosto dos beijos. Deslizo uma mão pelo seu corpo, enquanto a outra sente os cabelos, bem na nuca, entrelaçando-os, puxando-os ligeiramente. Um puxão mais forte e o pescoço fica exposta e as costas arqueiam, o momento ideal para momentaneamente esquecer os lábios e me dedicar ao queixo, descendo lentamente até ao peito onde, a mão agarra um seio e lhe aufere as medidas.

 

 

Sentia o meu sexo a lutar para se libertar, apertado pelas suas coxas. De repente, a minha faceta de dominador tomou conta de mim e fiz-lhe um gesto para que se levantasse e segui-a no movimento. Agora em pé, despia. Despi-a como se fosse um gelado que eu estava prestes a devorar. Antes de devorar, ia lamber. Mas este gelado não se ia dar a comer sem garantir que o meu apetite estava bem aberto. Sentou-se na beira da cama e puxou-me a si. De imediato dirigiu a atenção para a protuberância no interior da zona pélvica. Mordeu e abocanhou.

 

 

Deixei-a continuar a provocar, sem dar parte de fraco. A minha resistência deu frutos e viu-se "obrigada" a despir-me. O meu falo respirava, finalmente mas, por pouco tempo. Com uma gula de fazer inveja, foi imediatamente engolido por aquela boca insaciável que tão bem sabia o que fazia. Deliciei-me com a habilidade dos lábios, o aveludado da língua e a profundidade da garganta.

 

 

Mas eu queria dominar. E queria continuar a ser chupado daquela forma. Ordenei que se deitasse e, com um sorriso maroto, obedeceu. Não há maior afrodisíaco que ver o desejo nos olhos de uma mulher. Em sentido contrário ao seu, dispus-me sobre ela. Não hesitou um segundo e voltou a abocanhar, mesmo antes que eu pudesse fazer a minha parte. Mas essa não era a minha intenção. Era eu que dominava e ela iria submeter-se. Puxei-lhe uma mão e levei-a à boca. Depois de bem lubrificados, dirigi os seus dois dedos para o seu sexo. Sem qualquer liberdade de movimentos, fui eu que lhe orientei a mão.

 

 

Como se de um brinquedo sexual se tratassem, usei os seus dedos para a tocar. Primeiro ao de leve, sem exercer pressão. Senti de imediato, uma vontade de abrir os lábios mas, não permiti que o fizesse. Puxei a mão e lambi-lhe os dedos. Passei-os no meio dos seus lábios, que desabrochavam como uma flor. A sua fome era galopante e decidi deixá-la voar. Larguei-lhe os dedos e deixei-a prosseguir. Ergui-me. Lambeu-me os testículos. Puxei-lhe um mamilo. Gemeu. Puxei o outro. Gemeu de novo. Uma poderosa sucção puxou-me as bolas. Gemi.

 

 

Pronto para dominar mais um pouco, voltei a debruçar-me. Senti uma mão guiar-me para dentro de uma boca. Como era acolhedor aquele lugar. Vi dois dedos a massajar um clitóris e, de imediato, manietei-os. Passei a língua, simples prémio de consolação pois não fiz mais do que uma passagem. Conduzi de novo os dedos, acessório sexual naquele momento, até à entrada do sexo e forcei-os a entrar. Não houve esforço, apenas um arquear de costas. O meu trabalho estava feito. Em poucos segundos, aqueles dedos fodiam aquela cona como se um falo se tratasse. Deliciado pelo felatio, assisti, sem intervir.

 

 

Senti o meu sexo a pulsar, a encher uma boca que gemia, anunciando um desfecho glorioso. A visão daqueles dedos, daquele toque, daquela masturbação, ao ritmo do chupar, fez-me expelir golfadas abundantes de espera, das quais não foi desperdiçada nenhuma gota. Com a minha mão sobre a dela, auxiliando o prazer, assisti, ainda em transe orgásmico, ao seu. Caí para o lado e esperei que o transe passasse.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:25


Mais sobre mim



Homem que gosta da vida, de prazer, de sexo, de conversar, de partilhar.


Se deseja entrar em contacto com o autor, pode fazê-lo através do endereço: tomatesegrelos@sapo.pt.


ver perfil

seguir perfil


Copyright

© Tomates e Grelos and tomatesegrelos.blogs.sapo.pt, 2012 to 2014. Unauthorized use and/or duplication of this material without express and written permission from this blog’s author and/or owner is strictly prohibited. Excerpts and links may be used, provided that full and clear credit is given to Tomates e Grelos and tomatesegrelos.blogs.sapo.pt with appropriate and specific direction to the original content.

calendário

Janeiro 2017

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031

Tomates & Grelos Online




Posts mais comentados