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Busted (Parte 5)...

por Tomates e Grelos, em 06.02.13

A forma como chupava era deveras deliciosa. Ora me sugava a cabeça, fazendo-me agarrar-lhe os cabelos, ora deslizava os lábios lateralmente, a todo o comprimento do meu membro, fazendo-o engrossar e latejar. Por vezes engolia-o bem fundo, o que me fazia contrair. Alternadamente, massajava-me as bolas enquanto mamava, ou lambia-as enquanto afagava o meu sexo. Fazia-o com vontade e com gosto, e eu estava a adorar.

 

 

- Se continuas assim, vais-me fazer vir...

- Prometes?

 

Percebi o desejo sob forma de pergunta e deixei-me ir... Não demorou muito até ele se concretizar e vir-me abundantemente. Espalhou todo o néctar que lhe era derramado na boca pelo meu sexo, ao mesmo tempo que o lambia e sugava e sorvia.

 

- Mas que bela surpresa. - Provoquei eu ainda com a respiração pesada.

- Ainda bem que gostaste mas ainda estamos a começar. - Olhou-me com um olhar devorador.

 

Não lhe conhecia esta faceta mas o desejo na sua expressão estava a deixar-me louco. Despiu a camisola e antes que terminasse, beijei-lhe o peito de imediato. Afagou-me o cabelo enquanto o fazia. Baixei-lhe o soutien, expondo um seio à minha língua. Com a ponta da mesma, desenhei uma espiral em redor do mamilo, até chegar a este, onde me detive, agitando-o com movimentos rápidos. Terminei com o mamilo na minha boa, que chupei e puxei com os meus lábios. As suas mão apertaram-me contra si. Estava a gostar.

 

 

Tirou o soutien, deixando o peito à minha mercê. Não me fiz de rogado e ataquei. Um de cada vez, acariciei com a mão por baixo, ao mesmo temo que lambia e beijava o mamilo. Com uma mão em cada peito, alternava as chupadelas, as lambidelas e as mordidelas de lábios. Sentia-a a contorcer-se. Estava com certeza bem molhada e eu ia confirmá-lo.

 

Agarrou-me o sexo como se fosse uma coleira. Ainda estava a recuperar fisicamente mas sentia-me excitado. Despi-lhe as calças enquanto nos beijávamos. Acariciei-lhe o sexo por cima do fio dental. Estava quente e a humidade começava a transparecer do lado de fora das cuecas. Massajei-lhe a coninha sem a despir e beijei-lhe o pescoço. Gemia.

 

 

Baixei-me para lhe tirar o fio dental e, quando terminei, puxei-a para mim. Já no chão, pôs-me o sexo na boca. Leu-me os pensamentos. Tinha o grelo inchado e a pingar. Ia fazê-la sofrer, como eu bem gosto. Lentamente, comecei a passear a língua em redor da racha, à volta dos lábios, apenas com a ponta. Ela queria mais mas eu não lhe dava. Com as mãos nas nádegas, mordi-lhe o interior da coxa. Fraquejou. Sem perder tempo, dei uma lambidela por todo o sexo, desde o rabo ao clitóris. Repeti na outra coxa e, nova lambidela. Estava tão molhada que não resisti a penetrá-la com a língua. Com cuidado, sem lamber, introduzi a minha língua e, ela gemia. Tirei. Introduzi. Tirei. Introduzi. Movimentei a minha língua dentro dela e, em vez de a retirar novamente, deslizei-a desde o seu interior, até ao clitóris onde, com a ajuda das mãos, o abri e lambi. Adorava os seus gemidos. Sem que nada o fizesse prever, levantou-se, rodou, baixou-se de novo mas agora de costas, puxou-me a cara contra o sexo e mando-me lamber, enquanto me começou a mamar novamente.

 

 

Esta mudança trazia novas perspectivas. Abri-lhe as nádegas e lambi todo o seu sexo. Meti um dedo na sua coninha. Contraiu. Tirei de imediato e levei o mesmo dedo, lubrificado com o seu néctar e espalhei-o pelo botão de rosa. Lambi mais um pouco e repeti. Sem parar de lamber, penetrei-lhe o rabo com o polegar. Chupava-me cada vez com mais força e não demorei a ficar duro de novo. Comia-lhe o rabo com o dedo e a cona com a língua. As ancas a mexer e os gemidos de boca cheia, revelavam que ia vir-se a qualquer momento. Meti o dedo todo, bem fundo e rodei-o, enquanto sugava o seu sexo. As contracções anteciparam o inevitável. Um gemido longo, acompanhado pelo abandono do meu pau e pela inundação da sua racha, revelaram um orgasmo molhado, que me agradou quase tanto quanto a ela.

 

Abandonou-se em cima de mim, o meu pau duro e pronto para continuar. Não lhe ia dar tempo para descansar. Tinha-me deixado pronto para o prémio final e eu não ia deixá-lo de lado.

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publicado às 16:59


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