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Fresquinha, fresquinha...

por Tomates e Grelos, em 11.11.12

Meus caros...esta é fresquíssima e aconteceu-me ontem.

Fui a uma loja de roupa ver as novidades...preparar-me para o Inverno. Fui depois de jantar, que é a minha hora predilecta pois normalmente as lojas estão mais calmas e posso ver as coisas com calma e sem confusões.

Entrei na loja com a maior das normalidades e fui direito ao meu propósito. Muita roupa nova mas nada que me chamasse particularmente a atenção. Dei mais uma voltinha, quando entretanto veio uma menina perguntar se eu precisava de ajuda. Disse-lhe imediatamente que não, de forma quase automática, até porque detesto que me façam isso...se precisar, eu chamo...mas enfim. Ela disse que se precisasse de alguma coisa que era só chamar e afastou-se. Foi aí que olhei para ela e, meus amigos e minhas amigas...que rabo...que cu...que tentação.

 

 

Senti o meu zezinho a saltitar dentro das calças mas depressa voltei ao que me tinha levado ali. Continuei a passear-me entre as prateleiras e os cabides, até que encontrei uma camisola bastante interessante que decidi experimentar. Como sempre, não fui logo para o provador, acabei de dar a volta à loja, pequena, onde ainda encontrei uma camisa. Peguei no meu número e fui para o provador. A camisola estava bem mas, a camisa, estava acima...precisava de um M. Despi-a, meti a cabeça de fora e vi a prestável moça ali perto. Certamente ter-me-á visto a ir para o provador e colocou-se de forma a que eu a visse para o caso de necessitar de alguma coisa. Chamei-a e indiquei-lhe que pretendia o M daquela camisa... Eu estava em tronco nu e fiquei com a ideia que ela me tirou as medidas com os olhos. "Estás a pensar coisas... Estás é excitado com o rabo da rapariga e ficas logo com ideias.", pensei eu. Realmente vieram-me umas ideias à cabeça... {#emotions_dlg.drool}

 

 

De volta à realidade, a menina bateu à porta e entregou-me a camisa no tamanho que eu pedi e olhou-me de cima a baixo. Foi um misto de e {#emotions_dlg.amazed} que senti...mas os meus olhos não estavam loucos...a miúda galou-me com os olhos! Tanto demorei a reagir e tão depressa ela se retirou...ficando eu a pensar o que fazer. Pensei...pensei...pensei mais um pouco...e decidi vestir a camisa e voltar a chamá-la. Ela prontamente acedeu e veio até ao camarim. Olhei-me ao espelho e perguntei:

- Não tem nenhuma do tipo mas mais curta, para usar por fora das calças?

- Temos mas, não é slim-fit como a que tem vestida.

- Hmm...pois...as "direitas" normalmente não me ficam bem.

- Porque não experimenta? Não é um modelo extremamente direito, e como é largo de costas, deve ficar bem.

 

Estava convencido a experimentar o outro modelo e pedi-lhe que o trouxesse. Já com o cérebro a funcionar e focalizado no rabo da miúda, perguntei-lhe se ela precisava da que eu tinha vestido ao mesmo tempo que comecei a despi-la. Ela disse que talvez fosse melhor e aí percebi que estávamos em sintonia.

Tirei a camisa e ela ficou a olhar para o meu peito...olha para trás para ver se tinha entrado alguém (a porta do camarim estava aberta), momento em que aproveito e me acerco dela. Movimento reflexo, ela volta a olhar para mim mas, agora estou a centímetros dela. Olhos nos olhos, tento beijá-la, o que ela consente.

 

 

Coloco a mão nas suas costas, mesmo acima do rabo e puxo-a para mim. Ela mete a mão no meu peito e as nossas línguas enrolam-se. Sinto um avolumar dentro das calças e ela também, já que os nossos corpos estavam encaixados um no outro. Sentia-se no beijo o desejo a aumentar, ao que ela volta a olhar para trás e lhe digo:

- Quero-te.

- Não podemos. Pode entrar alguém. Estou sozinha.

 

Sem me dar por vencido, voltei à carga...no pescoço. Senti o corpo dela arrepiar-se e um murmúrio de prazer. Aquela situação estava deveras excitante e a avançar muito rapidamente. Eis senão quando, ela faz força no meu peito com a mão, afasta-me e sai do provador. Respirei fundo, sem saber o que pensar, e espreitei para ver o que tinha passado. Vi-a a dirigir-se ao balcão e assumir a suas tarefas normais. Foi um balde de água fria. Tão depressa fiquei duro como voltei ao estado normal.

 

 

Sem saber bem o que fazer, decidi dar uns minutos a ver se alguma coisa acontecia. Nada.

"Ok"...pensei eu..."E agora?"..."Não fiz nada de mal."..."Mas alguma coisa aconteceu."..."O melhor é vestir-me e ir embora."

Assim, fiz. Vesti-me e decidi ir-me embora e não levar nada. Ia ser embaraçoso.

Quando estou de saída, ela pergunta com a maior das naturalidades se não vou levar nada, ao mesmo tempo que se dirige para mim.

- Não vai levar? Não gostou?

 

A forma como ela perguntou se não tinha gostado não foi inocente e pensei "Ainda estamos em acção...". Sem me dar tempo para responder e entretanto já ao pé de mim, entrega-me um papel e diz:

- Saio às 23h00.

 

Percebi de imediato que era o número de telemóvel e satisfeito por aquela despedida, agradeci e saí.

O que se passou depois meus amigos...isso são outras núpcias .

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publicado às 22:09


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